Obras em Destaque

Essa obra foi realizada ao final da XVII Edição do Curso de Formação de Psicologia Forense, em Novembro de 2016, ministrado pela SBPJ – Sociedade Brasileira de Psicologia Jurídica, pelos alunos, docentes do Brasil e Portugal e Profissionais vinculados à Psicologia Forense.

 

 

Neste livro, os autores apostaram na análise interpretativa das principais investigações que se desenvolvem na atualidade e aprofundaram conhecimentos para debater o misterioso registro comportamental daquele que, sendo dependente de drogas, constrói também um percurso criminal ou, no sentido inverso, sendo criminoso, envereda ainda pelo consumo e subsequente dependência de drogas.

 

 

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“Temas de Psicologia Forense” é o título do livro que aborda assuntos diversos relacionados à Psicologia Forense nas áreas da criança e adolescente, família e crime. É fruto do resultado de trabalhos realizados entre docentes, discentes e alunos do Curso de formação em Psicologia Forense da Sociedade Brasileira de Psicologia Jurídica (SBPJ), ocorrido em 2015, tendo a contribuição, também, de autores portugueses da Universidade Fernando Pessoa. Entre outros, o livro aborda questões sobre alienação… parental, antissociealidade e adolescência, perícias psicológicas e psiquiátricas, técnicas e estratégias de obtenção de testemunha infantil e mediação familiar. A organização do livro é feita pelo Presidente da SBPJ, Dr. Jorge Trindade, e pela Vice-Presidente, Fernanda Molinari.

 

Psicologia Juridica 7ª ed. CAPA

7ª edição do Manual de Psicologia Jurídica para operadores do Direito, do Prof. Jorge Trindade.

“Estando a edição anterior completamente esgotada há mais de um ano, e atendendo a solicitação de nossos estimados leitores, operadores do direito, das ciências sociais e da saúde mental, alunos e professores, estudiosos ou iniciantes nos temas de Psicologia Jurídica, publicamos esta nova edição, mantendo inalterado nosso propósito central: aproximar Direito e Psicologia, instaurando um novo olhar sobre fenômenos não raras vezes ainda muito distantes entre si.

Reconhecemos que sem idealismo teria sido impossível trilhar por esse caminho “errante” que não se faz nem por um aqui nem por um ali, mas por um “entre”. Entre a Psicologia e o Direito. Uma forma de não-estar nem cá nem lá, para simultaneamente poder criar um novo território epistemológico, inaugurando uma maneira de estar que é própria da Psicologia Jurídica, ou, como agora preferimos nomear, a Psicologia Forense.

Obra que integra a coletânea Direito e Psicologia: CRIMINOLOGIA – Trajetórias Transgressivas. Nela, o Professor Jorge Trindade (Presidente da SBPJ) e a Professora Portuguesa Laura Nunes reconhecem que a integração de conhecimentos representa o futuro da ciência pós-moderna, e que, necessariamente, se faz por meio de interconexões, restando ultrapassada a concepção de disciplinas isoladas, individuais e unidimensionais, as quais se mostram incompatíveis com o mundo cibernético, que nos brinda uma nova era de comunicação instantânea globalizada”. (Prefácio do Prof. Dr. Cezar Roberto Bitencourt).
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Boa Leitura!

Em duas recentes oportunidades, o Judiciário ofereceu resistência à criação de um órgão de controle externo. A primeira vez foi na fase constituinte. A oposição ao controle foi tamanha que muitas das boas providências que poderiam ter sido incluídas na Carta Cidadã ficaram à margem. Todo o esforço das associações e tribunais se concentrou no afastar o órgão fiscalizatório. Em seguida, a Emenda Constitucional 45/2004 consolidou aquilo que era intenção do constituinte originário em 1988.

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